Self...
Imagine o que um ano-novo civil totalmente imprevisto nao faz com agente; Terça feira, a minha amiga Andante me liga por volta da hora do almoço: "Daron, passa lá em casa daqui a pouco que eu vou estar lá. Quero falar contigo." Chegando lá, Abraços, matar saudade, e:
- Ei, bora pra chapada?
- Aonde, quando?
- pra São Jorge, conhece? Agora menino!
- Hum, Conheço. Ia ser uma ótima... O único problema sao os 37km de cascalho. Se você quiser ir, temos que ir logo, não quero pegar aquele trecho à noite.
- Entao tá bom. Minhas coisas já estão prontas.
- Tá, eu preciso resolver umas duas ou tres coisas em Brasília ainda, ai agente vai.
Obrigações contratuais, comerciais, e veterinárias cumpridas, embarcamos para chapada dos veadeiros e chegamos ao nosso destino em apenas 2:10. Até eu fiquei espantado com esse tempo. Chegando lá, Andante e eu encontramos Raven e a Kynha, Thay e a namorada, que ficaram muito surpresas com nossa presença. Quase que o mundo desaba, mas já que estávamos por lá, resolvemos curtir o ano novo, faltava só encontrar pouso. A primeira noite, dormimos numa pousada que tinha um quarto barato disponível até o dia seguinte. A segunda noite, passamos na pousada "Alecrim do Campo", (em breve terei um link para a pagina dela) onde a proprietária nos recebeu com enorme prazer. Ficamos muito amigos dela, do esposo, pais de uma encantadora, falante e serelepe menina. Ficamos amigos também de um casal do quarto ao lado, Ieda e Marcos, que prontamente nos convidaram para celebrar a passagem do ano civil com eles, numa especie de ritual zen. Muito legal. Em retribuição ensinei-lhes a receber a energia daquela maravilhosa crescente que enfeitava o céu daquele pacato vilarejo.
Nossa viagem foi marcada também por uma visita à cachoeira da "Morada do Sol". uma queda d'água linda, onde pude realizar um fantástico exercício de meditação e purificação debaixo da força da água.
Existiram sim, eventos desagradáveis nesta viagem. Porém eu quase não os recordo. Um fato foi um acidente de carro que eu sofri, na pista de cascalho nos arredores do vilarejo, aonde eu perdi o controle do carro a cerca de 120km/h e derrapei até rodar (nao sei agora se 180° ou 540°, meia-volta ou volta-e-meia) e finalmente parar. Nada nos aconteceu, apenas um pneu esvaziado, por ter batido numa mureta de cascalho e descolado da roda. Nada grave, nao aconteceu absolutamente mais nada nem com o carro nem conosco. Com esse acidente, ganhei definitivamente o apelido de Toddynho. (seu companheiro de aventuras)
Retornamos hoje, dia 1°, porque Andante precisa trabalhar ainda amanhã. Viagem tranquila e menos cansativa.
PS: espero poder voltar a patinar logo. Andante, com 5 meses já está pulando quase meio metro. "Oh, santo Tilatil, concedei-me esta graça!"
- Ei, bora pra chapada?
- Aonde, quando?
- pra São Jorge, conhece? Agora menino!
- Hum, Conheço. Ia ser uma ótima... O único problema sao os 37km de cascalho. Se você quiser ir, temos que ir logo, não quero pegar aquele trecho à noite.
- Entao tá bom. Minhas coisas já estão prontas.
- Tá, eu preciso resolver umas duas ou tres coisas em Brasília ainda, ai agente vai.
Obrigações contratuais, comerciais, e veterinárias cumpridas, embarcamos para chapada dos veadeiros e chegamos ao nosso destino em apenas 2:10. Até eu fiquei espantado com esse tempo. Chegando lá, Andante e eu encontramos Raven e a Kynha, Thay e a namorada, que ficaram muito surpresas com nossa presença. Quase que o mundo desaba, mas já que estávamos por lá, resolvemos curtir o ano novo, faltava só encontrar pouso. A primeira noite, dormimos numa pousada que tinha um quarto barato disponível até o dia seguinte. A segunda noite, passamos na pousada "Alecrim do Campo", (em breve terei um link para a pagina dela) onde a proprietária nos recebeu com enorme prazer. Ficamos muito amigos dela, do esposo, pais de uma encantadora, falante e serelepe menina. Ficamos amigos também de um casal do quarto ao lado, Ieda e Marcos, que prontamente nos convidaram para celebrar a passagem do ano civil com eles, numa especie de ritual zen. Muito legal. Em retribuição ensinei-lhes a receber a energia daquela maravilhosa crescente que enfeitava o céu daquele pacato vilarejo.
Nossa viagem foi marcada também por uma visita à cachoeira da "Morada do Sol". uma queda d'água linda, onde pude realizar um fantástico exercício de meditação e purificação debaixo da força da água.
Existiram sim, eventos desagradáveis nesta viagem. Porém eu quase não os recordo. Um fato foi um acidente de carro que eu sofri, na pista de cascalho nos arredores do vilarejo, aonde eu perdi o controle do carro a cerca de 120km/h e derrapei até rodar (nao sei agora se 180° ou 540°, meia-volta ou volta-e-meia) e finalmente parar. Nada nos aconteceu, apenas um pneu esvaziado, por ter batido numa mureta de cascalho e descolado da roda. Nada grave, nao aconteceu absolutamente mais nada nem com o carro nem conosco. Com esse acidente, ganhei definitivamente o apelido de Toddynho. (seu companheiro de aventuras)
Retornamos hoje, dia 1°, porque Andante precisa trabalhar ainda amanhã. Viagem tranquila e menos cansativa.
PS: espero poder voltar a patinar logo. Andante, com 5 meses já está pulando quase meio metro. "Oh, santo Tilatil, concedei-me esta graça!"



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